O vértice de ver e lábios como ameixaspernas de garças varrendo os sapais
é o tempo dos caracóis em cachos
trepando paredes claras e quentes
ou desarmando num rosto redondo.
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Corriam as telas pintadas sobre os trilhos
brilhantes como lâminas; afundei no assento
-quantos quilómetros faltarão ainda percorrer-
suspiro -para pousar a mala à porta da resposta.
Subindo e descendo a estreita faixa atlântica,
desencontro-me da figura invisível.
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Agora dançamos com a verdade nos olhos.
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Ju
1 comments:
Fantástico!
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