A olhar a parede branca

Há cartas que nunca mais chegam,
as que não chegarão nunca.

O nosso destino suspenso
das notícias de longe.

Para alguém temos de ser
a luz e o lume,
o fogo e a água.


João Camilo

1 comentário:

Vieira Calado disse...

Passei para ler alguns dos últimos posts.
Um abraço