Suspensão, um poema de Isa Mestre

E quando sorris somos dois.
Eu dentro de ti.
Eu novamente a vasculhar-te a alma.
Eu novamente teu, tão teu.

Nos teus olhos.
Na tua boca.
No teu Ser.

E tu não me pedes mais nada.
Ficas por aí.

E às vezes pensas que não és tu.
E às vezes penso que não sou eu.
Depois existimos.
Depois beijamo-nos.
Depois dás-me a certeza de ser teu para sempre.
Ou quase sempre.

Isa Mestre

1 comentário:

Salete Maria disse...

A mídia fala em Bruno
Eliza e gravidez
Flamengo, orgia e fumo
-esta é a bola da vez!-
Tem muito 'especialista'
Em busca de alguma pista
Pra ser o herói do mês

E a história se repetindo
Mudando apenas o nome
Outra mulher sucumbindo
Sob ameaça dum homem
Uma vida abreviada
Cuja morte anunciada
A estatística consome
(...)

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